Por redação/ Culturaria
Izabel: do Jequitinhonha, do Mundo. A exposição reúne cerâmicas da bonequeira Dona Izabel Mendes da Cunha. A senhora de 85 anos, nascida no Vale do Jequitinhonha, apresenta uma seleção de 18 peças. Dona Izabel cria corpos de mulheres a partir de uma adaptação de moringas de barro. Esta é a primeira exposição individual da artista em galeria.
O que: Izabel: do Jequitinhonha, do Mundo.
Quando: segunda a sexta, das 11h às 19h; sábados, das 11h às 15h. Até 10/03.
Quanto: grátis.
Onde: Galeria Estação. Rua Ferreira de Araújo, 625 – Pinheiros. Tel: 3813 – 7253.
Em Alguma Margem, no Rio. Um homem está em sua canoa, descendo o rio, mas sua embarcação se prende a um tronco. Já delirando com o forte sol do sertão, o herói vê esse tronco transformar-se em uma espécie de esfinge e impõe suas condições: que ele conte sua história para que possa continuar a viagem. De Viviane Dias, com direção de Jairo Mattos, interpretação de Paulo Barcellos. Produção: Pequeno Teatro.
O que: Em Alguma Margem, no Rio.
Quando: sexta a domingo, às 20:30. De 15/01 a 07/02.
Quanto: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (meia); R$ 5,00 (usuários do Sesc).
Onde: Sesc Avenida Paulista. Av. Paulista, 119 – Paraíso. Tel: 3179 – 3700.












Expo Rhino Ecko Toy Art. A exposição mostra brinquedos em forma de rinoceronte, feitos em vinyl e customizados por diversos artistas plásticos. A mostra fica a cargo da The Brands Company e da Revista Zupi, em parceria com a marca de moda ecko unltd.e, comandada pelo artista Mark Ecko, famoso por seu logo em forma de “rhino”.
Deadly. O novo espetáculo do grupo Circo Mínimo une teatro, dança e circo, enfatizando a expressão corporal dos atores-circenses, por meio das técnicas de corda e trapézio. Deadly foi concebido pela neozelandesa Deborah Pope, com direção de Sandro Borelli. O espetáculo se constrói a partir dos sete pecados capitais, ainda que a própria noção de pecado esteja em constante transformação. Com Mariana Duarte e Ricardo Rodrigues no elenco.
Agreste. A famosa peça de Newton Moreno, com direção de Marcio Aureli, reestreia no Teatro Commune em nova temporada. O enredo conta a história de um casal de lavradores que descobre o amor, em meio a um período de seca. O espetáculo discute a ignorância, o preconceito e o amor incondicional. Agreste venceu o prêmio SHELL de melhor texto em 2004, além do prêmio APCA de melhor espetáculo e autor.
Fernanda Porto. O show será baseado no repertório do quarto álbum da cantora, intitulado Auto-Retrato. O CD traz a já tradicional mistura de música brasileira e eletrônica, como breakbeat, nuJazz, progressive house, drum and bass e a bossa eletrônica.