Foto do Dia – 19/01/10

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Por Flávio Lico / Fotograma2


Escravo?

Escravo?

Foto do Dia – 18/01/10

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Por Flávio Lico / Fotograma2


Tobogã - Pacaembú

Tobogã - Pacaembú

Foto do Dia – 17/01/10

domingo, 17 de janeiro de 2010

Por Flávio Lico / Fotograma2


Congonhas

Sergio Fabris: entre pinturas, esculturas e criatividade

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Por Luisa Marx / Culturaria

Quando se entra na casa de Sergio Fabris, não se sabe se é uma casa ou um atelier. Como toda casa de artista, percebe-se o gosto pela estética em cada detalhe. Dos quadros na parede aos móveis que parecem escolhidos à dedo, a aconchegante casa onde ele vive pode ser encarada como uma vitrine para colecionadores e compradores, ou um lugar para reunião de amigos regada à boa música.

Sérgio na sala de sua casa.

Sergio na sala de sua casa.

Seu trabalho se baseia essencialmente na pintura de paisagens urbanas, mas ele também produz esculturas em fibra de vidro com resina e quadros feitos com materiais diversos, como bico de pena sobre tela, colagem e aquarela; quase todos baseados na indispensável técnica de desenho feita com lápis. Os trabalhos de intervenção urbana ele considera mais como “pintura grande” do que como grafite. Em São Paulo existem alguns.

O trabalho de Sergio pode ser visto em diversos pontos da cidade. Em grafites na Vila Madalena, no Beco do Batman e na parede do estacionamento do bar Genésio, na rua Fidalga; e em quadros expostos em ambientes internos e galerias.

“Na zona sul tem um colégio que chama Madre Emilie de Villeneauve, que tem um grafite bem grande que fiz com um amigo meu, o Eymard Ribeiro; tem um na rua Amauri, no Itaim, na frente do Restaurante Ecco (com o mesmo parceiro); tem o do Beco do Batman, que fiz com o Flávio Rossi. Lá no bar Kabul, na rua Pedro Taques, tenho uma pintura grande, uma das maiores, que tem 12,5 m x 4,00 m”, conta Fabris.

Algumas das pinturas sob azulejo do Cemitério São Paulo, na rua Cardeal Arcoverde, são de Sergio. Uma fica em frente ao primeiro ponto de ônibus depois da Henrique Schaumann e um na rua Luís Murat, em frente à rua harmonia, no outro lado do cemitério. Em ambientes internos, Fabris fez um trabalho nas paredes do escritório da Adams (a empresa que faz o famoso chiclete).

Sua trajetória profissional começou cerca de 31 anos atrás. O ponto de partida foi sua primeira exposição, feita em 1979 em Santos. Santista de nascença, veio pra São Paulo com 27 anos e por aqui ficou. No início trabalhou em estúdio, onde fez desenho pra tecelagem e confecção durante 7 anos. (mais…)

Foto do Dia – 15/01/10

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Por Flávio Lico / Fotograma2


Monumento às Bandeiras - Victor Brecheret (Detalhe)

Monumento às Bandeiras - Victor Brecheret (Detalhe)

Foto do Dia – 14/01/10

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Por Flávio Lico / Fotograma2


Ponte Estaiada

Ponte Estaiada

A poesia da cidade de Kamau

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Por Luiza Delamare / Culturaria

“Eu falo de mim, do que eu sou, do que eu vejo, do que eu penso e desejo pra fazer minha parte”. (trecho da letra “Parte de mim”)

Conheci Marcus Vinícius às 21h30 de uma terça-feira de outubro de 2008, na rua São João. Kamau, como é conhecido, conversou comigo e com uma colega de trabalho sobre a trilha sonora do documentário que estávamos fazendo.

São Paulo me fez skatista, me fez ser MC

"São Paulo me fez skatista, me fez ser MC"

A música “Poesia de Concreto”, que ganhou o prêmio Hutuz em 2008, parecia traduzir a essência de São Paulo que queríamos transmitir naquele vídeo: “dedicada a cada poeta da cidade, dedicada a cada atleta da cidade, dedicada a cada ser humano da cidade que cultiva a liberdade no concreto da cidade”. Todo o nosso reconhecimento e amor pela cidade encontraram a tradução na poesia de Kamau.

Na minha cabeça, a música tinha sido inspirada no cotidiano da cidade, mas ao descobrir que ela foi escrita pensando na relação das pessoas de uma grande cidade com o seu trabalho, percebi que a imagem de São Paulo como um lugar onde elas constroem seus próprios caminhos e têm que lutar para conseguir seu espaço é realmente forte. “Aqui em São Paulo as pessoas aprendem a conviver com a diversidade, elas têm que se virar. Todo mundo corre tanto que aqui cada um tem que se virar por si”, define Kamau.

Na época que o conheci, Capítulo 1 –  Non Ducor Duco, primeiro álbum solo de Kamau, tinha sido recém-lançado. O título do álbum, em latim, significa “não sou conduzido, conduzo”, e é o que está escrito no Brasão da Prefeitura da Cidade de São Paulo, onde Kamau nasceu, cresceu e vive até hoje.

Além de mostrar a relação do paulistano da zona norte com sua realidade, Non Ducor Duco é uma declaração da importância que São Paulo tem pra ele. “Eu busco conduzir minhas próprias ações como a tradução do lema da cidade”, explica. O álbum também representava um marco na carreira de Kamau: era a hora de conduzir sua carreira sozinho. O reconhecimento de Non Ducor Duco veio logo no fim do ano de 2008, quando ficou entre os melhores 25 discos nacionais do ano segundo a revista Rolling Stones. (mais…)

Foto do Dia – 13/01/10

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Por Flávio Lico / Fotograma2


Caminhando e (não) Cantando

Caminhando e (não) Cantando

Foto do Dia – 12/01/10

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Por Flávio Lico / Fotograma2

Ponte Estaiada

Ponte Estaiada

Foto do Dia – 11/01/10

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Por Flávio Lico / Fotograma2

Av. Rebouças

Av. Rebouças